Hoje de manhã, enquanto fazia a minha habitual ronda pelas notícias online, não pude deixar de reparar nesta história do belíssimo Brutus. Aqui está um animal de estimação que eu não me importava nada de ter, tão felpudo, fofinho e ergonómico. Comecei logo a imaginar-me em casa, à noite, a ver televisão e a tomar um cafezinho com o Brutus, a discutir a bola com o Brutus... encostadinho à barriguinha do Brutus, tal e qual um sofá. Está bem que sustentar 350 quilos é capaz de me sair um bocado caro no orçamento mensal. Mas sendo a estimação recíproca, os 350 quilos, assim, também me sustentariam a mim. É pena é que o Brutos já tenha dono e que o castanho nem fique assim tão bem na minha sala. Será que dá antes para mandar vir um dos brancos?
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Dolce Fare Niente, Brutus?
terça-feira, 14 de abril de 2009
Inflação? Deflação?... Edredão.
Complicação, é o que é. Chega uma pessoa a casa, cansada do trabalho, liga a TV num canal ao calhas e pumba: leva com um destes cenários macro-económicos hiper-complexos sem estar à espera. Quer dizer ainda nem o robe vestimos e já estamos a ouvir projecções sobre os recuos da economia. Depois de um dia a levar o país para a frente não é lá muito gratificante. Que azar. Bem que podia ter ligado logo no belo programa do Discovery “Pesca Radical: Senhora Sorte”. Bem, chega de inflacionar esta questão.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Uma Ode à Primavera
Uma andorinha. Duas andorinhas. Três andorinhas. Quatro andorinhas. Cinco andorinhas. Seis andorinhas. Sete andorinhas. Oito andorinhas. Nove andorinhas. Dez andorinhas. UM CAPUCCINO. Onze andorinhas. Doze andorinhas. Treze andorinhas. Quatorze andorinhas. Quinze andorinhas. UM SOFÁ E UMA MANTINHA. Dezasseis andorinhas. Dezassete andorinhas. Dezoito andorinhas. UM DOCUMENTÁRIO SOBRE MINHOCAS NO BOTSWANA. Dezanove andorinhas. Vinte andorinhas. Vinte e uma andorinhas. ONDE É QUE É O BOTSWANA? Vinte e duas andorinhas. Vinte e três andorinhas. Vinte e quatro andorinhas. Vinte cinco andorinhas. Vinte seis andorinhas. É. VEM AÍ A PRIMAVERA, VAIS CONTINUAR A CONTAR ANDORINHAS?
Regras de boa vizinhança
Boa vizinhança é aquela que respeita quem trabalha. É aquela que não incomoda, não perturba, não chateia, não sobressalta, não assusta, não grita, não arrasta móveis, não põe os Santa Maria aos berros aos domingos de manhã, não faz furos na parede às quintas à noite, não toca à campainha como se não houvesse amanhã ou como se o prédio estivesse a pegar fogo.
Enfim, boa vizinhança é aquela que não interrompe uma pessoa quando esta se encontra no Dolce Fare Niente – coisa que claramente o meu vizinho de cima ainda não entendeu.
Enfim, boa vizinhança é aquela que não interrompe uma pessoa quando esta se encontra no Dolce Fare Niente – coisa que claramente o meu vizinho de cima ainda não entendeu.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Conversas de elevador
Sobre estes temas pouco ou nada sei, por isso qualquer comentário é bem vindo:
- Técnicas de cultivo do diospiro selvagem
- As relações diplomáticas Honduras/Burkina Faso
- Se as omeletas se fazem com ovos, porque é que não se chamam ovoletas?
- O estado de saúde do líder espiritual hindu Sai Baba Gita
- A situação económica do Município de Cinfães
- A origem do idioma Punjabi
- O que aconteceu à Amiga Olga?
- A vida sexual dos pinguins da Amazónia
- O estado do tempo na Gronelândia entre Fevereiro e Abril
- Como produzir Ómega 3 no quintal de casa
- Se as galinhas têm asas, porque é que não voam?
- O acordo ortográfico
- Técnicas de cultivo do diospiro selvagem
- As relações diplomáticas Honduras/Burkina Faso
- Se as omeletas se fazem com ovos, porque é que não se chamam ovoletas?
- O estado de saúde do líder espiritual hindu Sai Baba Gita
- A situação económica do Município de Cinfães
- A origem do idioma Punjabi
- O que aconteceu à Amiga Olga?
- A vida sexual dos pinguins da Amazónia
- O estado do tempo na Gronelândia entre Fevereiro e Abril
- Como produzir Ómega 3 no quintal de casa
- Se as galinhas têm asas, porque é que não voam?
- O acordo ortográfico
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
4 anos de sofá.
Change we need. Foi desta forma que Barak Obama convenceu os muitos milhões de americanos a escolherem-no como o novo inquilino da Casa Branca. E, segundo ele, yes, we can. Ou seja, ele, a sua equipa e todos os seus apoiantes, podem mudar o rumo do país, ou até mesmo do mundo. E o que é que um simples cidadão do mundo como eu pode fazer? Esperar para ver. E como 4 anos à espera é muito tempo, o melhor é sentar-me confortavelmente no sofá. E esperar...
É Inverno, é Domingo à tarde e está de chuva.
Hoje é daqueles dias em só me apetece fazer uma coisa: nada. E não é só do frio. Nem da chuva. Nem dos ventos de 90 km/hora. Nem das ruas inundadas. Nem do trânsito caótico. É apenas e só de mim. Felizmente, a televisão está com uma programação de luxo. A tarde de ócio começa com o “Duro de Roer”, com o Steven Seagal no seu melhor. Segue-se o “Sozinho em Casa” e fecha com chave de ouro com o concurso “O Preço Certo”. Isto é que vai ser uma tarde à antiga!
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